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Águia de Ouro

Ficha técnica

Fundação: 09/05/1976

Cores oficiais: Branco e Azul Turquesa

Presidente: Sidnei Carriuolo Antônio

Vice:  Ariovaldo Wosnik

Carnavalesco: Vinícius Freitas

Diretor de Bateria: Mestre Juca

Diretor de Carnaval: Vinícius Freitas

Diretor de Harmonia: Alan Peitl Camilo

Rainha de Bateria: Cinthia Santos

Enredo de 2018: Mercadores de Sonhos

Intérpretes: Douglas Aguiar (Douglinhas), Fernandinho SP e Serginho do Porto

Melhor colocação no Grupo Especial: 3º lugar (2013 e 2014)

Texto Destaque

Fundada em 9 de maio de 1976, a  Águia de Ouro surgiu de rodas de samba que acompanhavam as partidas de futebol de várzea do time Faísca de Ouro. O agito era comandado por um grupo de ex-integrantes da Pérola Negra.
 
Foi somente em 2011 que a escola realizou o sonho de inaugurar sua própria quadra.
 
A tradicional escola do bairro da Pompeia será a sexta a desfilar pelo Grupo de Acesso, no dia 11 de fevereiro de 2018, e levará para a avenida o enredo "Mercadores de Sonhos", que fala sobre as ligações dos povos árabes com o Brasil.

Nossa história

As batucadas da Águia de Ouro já eram ouvidas pelas ruas de São Paulo lá pelos anos 1970, quando uma roda de samba animava o fim das partidas de futebol de várzea do time Faísca de Ouro.
 
Quem fazia o batuque eram ex-integrantes da Pérola Negra, escola da Vila Madalena, comandados por Gilson Carriuolo Antônio e Maíco. O sucesso das rodas era tanto que o nascimento da escola de samba foi natural, no dia 9 de maio de 1976.
 
Foram 10 anos de ensaios pelas praças da Vila Anglo Brasileira e, em 1986, a Águia de Ouro conseguiu um espaço sob o Viaduto Pompeia. Lá a escola fez sua sede e permaneceu até 2010, quando se mudou para a sonhada quadra localizada na Avenida Presidente Castelo Branco.
  
O primeiro desfile da Águia de Ouro aconteceu já no ano seguinte, em 1977, no Grupo 4 da UESP. “A Bahia de Jorge Amado” foi o enredo escolhido e o samba era de Ditinho. Logo de cara a agremiação conquistou o vice-campeonato.
 
A Águia nunca foi campeã do Grupo Especial do Carnaval, apesar de ser figura frequente na principal divisão, mas já teve enredos de bastante destaque, como quando em 2001 fez uma crítica política comparando a corrupção existente no Brasil à bruxaria, com políticos e artistas em seu desfile.
 
A agremiação terminou em terceiro lugar na elite do samba paulistano em duas oportunidades e em 2017 foi rebaixada para o Grupo de Acesso, divisão que não disputava desde 2009.