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Unidos de Vila Maria

Ficha técnica

Fundação: 10/01/1954

Cores oficiais: Verde, azul e branco

Presidente: Adilson José de Souza

Vice: Valter Luís (Belo)

Carnavalesco: Fran Sergio

Diretores de Bateria: Rivail Rodrigo dos Santos, Leonardo Bonfim Marques, Thiago Marcel Bonfim Candido (Marcel Bonfim), Julio Cesar Dias Alves (Queijo), Talita de Cássia Badia (Talita Badia), Eduardo Lins Pereira (Eduardo Bisqui)

Comissão de Carnaval: Dorival Fernandes (Purrum), Fabio Andrade, Marcelo Muller, Edilson Pereira, Tarcila Falleiros, Mario Giangiacomo, Claudia Ribeiro, Fabio Fávero

Comissão de Harmonia: Antonio Vicente (Toninho), José Carlos Lima (Lima), César Calado (Césinha)

Rainha de Bateria: Savia David

Madrinha da Escola: Ana Beatriz Godoi

Enredo de 2018: "Aproveitam-se de minha nobreza, você não soube, não te contaram? Suspeitei desde o princípio. Não contavam com minha astúcia. Arriba Vila, Arriba México, Arriba Bolaños!"

Intérprete:  Wander Pires

Melhor colocação no Grupo Especial: Vice-campeã (2007)

Texto Destaque

A Unidos de Vila Maria surge de um grupo pobre de amigos com o objetivo de fantasiar uma nova realidade e deixá-la mais alegre e colorida. Dos desfiles iniciais pelas ruas do bairro da Zona Norte, depois estendidos até o Brás, a escola foi se firmando no cenário carnavalesco de São Paulo.
 
Além de receber milhares de pessoas para seus ensaios e eventos, a escola preserva a tradição do samba e da cultura popular brasileira.
 
A Vila Maria será a última agremiação do Grupo Especial a se apresentar na segunda noite de desfiles do Grupo Especial no Carnaval 2018. O enredo escolhido foi “Aproveitam-se de minha nobreza, você não soube, não te contaram? Suspeitei desde o princípio! Não contavam com minha astúcia!”, uma homenagem ao México e a Roberto Bolaños, o eterno Chaves.

Nossa história

Década de 1950. O Brasil e a cidade de São Paulo buscam o progresso, a industrialização e a modernidade de um povo não mais rural. Com o crescimento, porém, a desigualdade social torna-se cada vez mais evidente, principalmente nos bairros afastados do Centro, além Rio Tietê.
 
Na Zona Norte da cidade, especificamente no bairro de Vila Maria, um grupo de amigos – negros, brancos e pobres – resolve fantasiar uma nova realidade e deixá-la mais alegre e colorida. Formam então uma agremiação carnavalesca: a Unidos do Morro de Vila Maria, oficializada em cartório no dia 10 de janeiro de 1954.
 
A nova escola de samba começa desfilando pelas ruas do próprio bairro. Aos poucos estende seu percurso até o Brás, fazendo apresentações ao povo postado na Avenida Celso Garcia, Largo da Concórdia e Pari. No ano de 1956, participa pela primeira vez de um desfile oficial, concorrendo ao lado de entidades famosas da época. Em 1957 conquista o título de campeã.
 
Composta basicamente pela população mais pobre do bairro, a Unidos do Morro de Vila Maria não tem verbas para realizar os desfiles e os poucos recursos que consegue para fantasias e alegorias são obtidos por pequenas doações dos componentes e contribuições dos comerciantes da região.
 
Em 1971, a escola muda oficialmente seu nome para Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Unidos de Vila Maria e continua sua caminhada de glórias, dificuldades e superações para ostentar seu pavilhão e a tradição de um povo sofrido, mas apaixonado.
 
A década de 1990 é marcada por grandes mudanças. Em 1998, desfilando o enredo “Uma viagem à Atlântida”, a escola consegue o título de campeã do Grupo 2 e se transfere para o Grupo de Acesso. Em uma rápida ascensão, em 2001, com o enredo “Vila Maria: a seguir as cenas dos próximos capítulos”, a Escola de Samba torna-se campeã do Grupo de Acesso, passando a integrar a elite do carnaval paulistano e a figurar entre as escolas de maior notoriedade no país.
 
Em 2004, a Unidos de Vila Maria inaugura sua atual sede. Além de receber milhares de pessoas para seus ensaios e eventos, a escola preserva a tradição do samba e da cultura popular brasileira. Transforma seu espaço em ponto de referência para ações sociais para sua comunidade, que por 60 anos manteve viva em meio a tantas dificuldades uma das mais tradicionais escolas de samba de São Paulo.

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