Tom Maior

Ficha técnica

Fundação: 14/02/1973

Cores oficiais: vermelho, amarelo e branco

Presidente: Luciana Silva

Carnavalesco: André Marins

Mestre de Bateria: Carlão

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Jairo Silva e Simone Gomes

Diretor de Carnaval: Judson Sales

Diretor de Harmonia: Yves Alexeiv

Rainha de Bateria: Pâmella Gomes

Intérprete: Bruno Ribas

Coreógrafo da Comissão de Frente: Alex D'arc

Colocação em 2019: 12º lugar - Grupo Especial

Ordem do Desfile em 2020:
Grupo Especial - Sexta-Feira - 21/02
2ª escola a desfilar - 00h20

Enredo de 2020: "É Coisa de Preto"

Samba-Enredo

É COISA DE PRETO

Brasil, não vim pra ser escravo nem servil
Sou filho dessa pátria mãe gentil
Que traz a esperança no olhar
Oh, meu país... que tanto sustentei em meus braços
Espelha tua grandeza num abraço
Revela o meu dom de encantar
Não é esmola teu reconhecimento
O meu talento é mais que samba e Carnaval
Na luz da ribalta,
Retinta beleza se fez imortal

 

A negra inspiração... é poesia
A arte de criar... é quem me guia
Floresce de um baobá
Um pensamento de amor
Herança que a mordaça não calou

 

Se a vida deixou cicatrizes
Ideais são raízes do meu jeito de viver
Faço da minha negritude
Um legado de atitude, inspiração pra vencer
Lutar... é preciso lutar por igualdade
Liberdade... fazer da resistência uma nova verdade
Soprando a poeira da história
A nobreza em meus olhos brilhou
É o dia da nossa vitória
Conquistada sem favor

 

Um guerreiro da cor
Herdeiro de Palmares
Sou Tom Maior, a voz da liberdade
A minha força pra calar o preconceito
É coisa de pele, é coisa de preto

 

Compositores: Gui Cruz, Rafael Falanga, Vitor Gabriel, Portuga, Imperial, Elias Aracati, Luciano Rosa, Reinaldo Marques, Marçal e Willian Tadeu

Nossa história

Embalada pelos versos de Martinho da Vila (“Vai ter de amar a liberdade, só vai cantar em tom maior, vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor”), a Tom Maior nasceu em 14 de fevereiro de 1973. Em plena ditadura militar, era um grito de liberdade de sambistas, que apostavam na renovação do Carnaval, e de estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que sonhavam com novos rumos políticos para o país.

 

Desde a fundação, a escola tem a diversidade como uma de suas marcas. Eram homens e mulheres, negros e brancos, jovens e sambistas experientes, liderados por Hélio Bagunça – dissidente da co-irmã Camisa Verde e Branco. O primeiro desfile foi em 1974, no Grupo 3 (hoje Grupo 1 da UESP). 

 

A falta de uma sede própria e os ensaios realizados nas ruas fizeram com que a Tom Maior mudasse de endereço diversas vezes. A origem foi no bairro do Sumaré mas, ao longo do tempo, a escola passou por Pinheiros, Vila Madalena, Sumarezinho, Cerqueira César, Bom Retiro e Piqueri, onde está atualmente.

 

Em 1976, a agremiação cantou “A Feira” e garantiu o vice-campeonato do Grupo de Acesso conquistando, assim, a sua primeira oportunidade no Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. O melhor resultado até hoje foi o quinto lugar alcançado em 2008.

 

A Tom Maior é uma escola verdadeiramente popular, que faz parte da memória e da vida da cidade. É uma referência importante para os sambistas paulistanos, levando adiante as raízes destes ideais que, com certeza, têm contribuído para um Brasil melhor.

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